

“A morada do Silêncio”
2026
Óleo sobre tela
120x80
A morada do Silêncio , revela uma paisagem onde a natureza parece respirar em estado de contemplação, como se o tempo tivesse se recolhido para ouvir o murmúrio das águas e o sussurro das folhas. A luz que desce suavemente entre as árvores toca o rio como uma bênção silenciosa, criando um espaço de recolhimento e presença, onde o olhar se perde na profundidade verde e o espírito encontra descanso. Não há ruído, não há pressa — apenas o encontro entre a água, a floresta e a luz, formando um refúgio interior onde o silêncio deixa de ser ausência e se torna morada, abrigo e caminho para a escuta do que é essencial.”


“A morada do grande caçador”
2024
Óleo sobre tela
140 x 120
Um território de silêncio onde a floresta se recolhe sobre as águas como um segredo antigo, guardando na penumbra verde a presença invisível daquele que habita entre sombras e folhas — o grande caçador, não como figura humana, mas como espírito da mata, atento ao sopro do vento e ao ritmo da vida que pulsa entre galhos e raízes; o lago espelhado, quieto e profundo, reflete um céu suspenso entre nuvens e mistério, enquanto a vegetação densa se ergue como um templo natural, sugerindo que ali não se caça por fome, mas por equilíbrio, e que toda presença na floresta precisa antes aprender a ouvir, a respeitar e a atravessar o silêncio que protege a morada do invisível.
“O guardião da clareira”
2025
Óleo sobre tela
140 x 100
Nesta paisagem realista em óleo sobre tela, a natureza se revela em estado de contemplação profunda. A cena apresenta um trecho silencioso de floresta densa, onde árvores altas e frondosas formam um arco natural que conduz o olhar para o centro da composição. A luz suave do céu, filtrada pelas copas, cria uma atmosfera serena e quase sagrada, equilibrando sombras profundas e verdes luminosos.
O espelho d’água, calmo e escuro, reflete a vegetação ao redor, ampliando a sensação de profundidade e introspecção. Troncos submersos e galhos atravessam a superfície do rio como marcas do tempo, sugerindo o ciclo contínuo da vida natural. No centro, a presença delicada de uma ave branca pousada sobre um galho introduz um ponto de silêncio e vigília — um guardião sutil da clareira, símbolo de equilíbrio, pureza e conexão espiritual com o ambiente.


“A caminho da minha tribo”
2025
Óleo sobre tela
140 x 100
Um percurso silencioso onde o rio se torna estrada e a mata, guardiã do retorno.
A água escura e serena conduz o olhar como se conduzisse a alma, abrindo um corredor verde de memórias e pertencimento, enquanto a luz suave que desce do céu parece anunciar que toda travessia é também um reencontro. Entre reflexos, sombras e respirações da floresta, o caminho não é apenas geográfico, mas espiritual: é o retorno ao lugar onde o coração reconhece sua origem, onde a natureza acolhe como tribo e o silêncio fala a língua antiga da terra, guiando o viajante de volta ao lar que sempre o esperou.
“Passagem para o Invisível ”
2026
Óleo sobre tela
90 x 70
Entre árvores que se elevam como colunas vivas e águas silenciosas que refletem o céu, esta paisagem revela um território de contemplação e presença. A luz atravessa a mata como um sopro sagrado, criando um caminho sutil entre o visível e o invisível — entre aquilo que os olhos alcançam e aquilo que apenas a alma percebe.
A obra convida o observador a mergulhar na profundidade da natureza como espaço de cura, memória e reconexão. O rio, sereno e misterioso, conduz o olhar para o interior da floresta e, ao mesmo tempo, para dentro de si mesmo. Cada detalhe da vegetação pulsa como organismo vivo, celebrando a inteligência silenciosa da Terra.
Mais do que representar uma paisagem, a pintura propõe uma experiência sensível: um encontro com a força espiritual da natureza, onde luz, água e mata se unem em equilíbrio e transcendência
